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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

O PORTAL DA TEOLOGIA

A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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Aqueles que Deus une o divórcio não separa
Aqueles que Deus une o divórcio não separa

    Aqueles que Deus une? 

 

    O divórcio não separa.

 

A finalidade deste artigo é a de mostrar como o ato do divórcio, com o passar do tempo se tornou um problema secular complicado, por ter sido gerado em torno dele uma enorme polêmica, isto é, intensas disputas ou debates sobre a questão do fim de um casamento.

É um antigo problema secular que com o passar tempo adotou caráter religioso, porém, sem algum fundamento bíblico específico que justifique a razão dele ter se transformado na maior controvérsia religiosa, ou seja; aquilo que era apenas uma questão social, tornou se extremamente religiosa e intensamente divergente, isto é; [contraditória]; impossível de haver um consenso definitivo.  

aliançaquebrada

I Corintios (cap. 6)· 16 Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne.

*Mateus (cap. 19)·6 Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

*Marcos (cap. 10)·9 Porquanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

*I Corintios (cap. 7)·12 Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e ela consente em habitar com ele, não se separe dela.

*I Corintios (cap. 7)·13 E se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com  ela, não se separe dele.

Quando lemos os versos *acima em itálico, qual é a possível interpretação que imaginamos que eles podem produzir em alguns leitores? A de há uma aparente fragilidade expressa nos conteúdos das mensagens dos textos bíblicos?

Será que a primeira impressão e da possibilidade de que não é bem Deus que está falando, mas, o sim homem?

Isto pode acontecer sim, quando:

a) tentamos explicar o texto bíblico.

b) produzimos uma interpretação complicada e geramos uma compreensão equivocada.

c) adaptamos os conceitos bíblicos ao nosso contexto secular. 

d) construímos dogmas contraditórios ao conteúdo explícito da mensagem. 

Com base nas alternativas acima nós criamos a imagem de um Deus sem autoridade, e tentamos provar que Ele não é imponente, e no nosso inconsciente fragilizamos-lho!

Sintetizando: juntamos os itens, a, b, c e d, e esculpimos um Deus limitado.

E assim criamos novas e próprias concepções bíblicas com base apenas nas nossas convicções ínfimas; damos a elas autoridade bíblica, e assim produzimos nossas inovadoras doutrinas, e por serem falsificadas, forjamos uma autenticidade como se ele fosse à genuína Palavra de Deus. 

Desta feita falamos aquilo que Deus nunca disse, porque colocamos as nossas palavras na boca de Dele para tentar justificar a nossa controversa hermenêutica. 

E numa ultima instância procuramos por alguma possível referência bíblica que deduzimos ser menos consistente que a nossa, em cuja, Ele afirma ter dito; ou seja, tentamos minimizar a capacidade de Deus através da Bíblia para justificar a nossa fragilidade humana. Isto é quase natural.

É deste nosso comportamento deturpado que surgem algumas doutrinas tidas por nós mesmos, como verdade inviolável, quase com peso de clausula pétrea, que não nos permite deixar fazer alguma simples alteração ou correção.

Quantas vezes tomamos alguma decisão errada na vida simplesmente por não admitir que possa haver alguma outra mais adequada? Mesmo estando ciente de que estamos violando um princípio bíblico a fim de justificar aquela nossa ação!

A questão do divórcio é um exemplo típico por ter-se tornado um assunto polêmico no segmento cristão por influencia direta do contexto social.

Por isto existem várias definições contraditórias entre si sobre este assunto por terem sido formalizadas com base em outras linhas de pensamento que redefiniram os conceitos da sua origem, causa e efeito.

Há quem afirma que o divórcio é considerado como adultério, mesmo que a infidelidade conjugal não seja a causa original do fim de um casamento.

Outros lho classificam por pecado indissolúvel, eterno, sem perdão; e em cima disto, criam-se regimentos internos e artigos religiosos quase com peso de lei ou doutrina bíblica; mesmo sem nunca ter questionado a si mesmo se Deus permitiu ou não a separação do casal; ou se Ele não interferiu e foi o homem quem decidiu!

Ainda existem aqueles que conseguem extremizar o absurdo; criando um dogma ou algum conceito que afirma que o casamento é eterno, mesmo sabendo que a Bíblia também afirma tudo nesta vida tudo é passageira, e somente dura enquanto vivemos!

Há poucos que ousa e muito raro isto, ser capaz de admitir que somente o próprio Deus seja capaz de separar um casamento, porque a maioria pensa que não tem autonomia para isto.

O dogma doutrinário vigente é o de que o casamento é desconstruivel, ou seja, não é possível ser desfeito e voltar a construir; ou, irreconstituivel porque não pode ser reconstituído, isto é, ele é indissolúvel, sendo assim, uma vez casado com alguém, está união é para sempre.

Esta é uma regra inviolável e inquestionável, e quando alguém ousa contrariar esta linha de raciocínio conforme o parágrafo anterior ele é estigmatizado como herege. Segundo esta linha de pensamento, a Bíblia não tem autoridade capaz de quebrar este tabu.

Isto ocorre porque o homem se atreve em colocar Deus acima apenas de quase tudo, se não fosse realidade, o critério acima exposto. Este é o protótipo do potente, presente e ciente "deus" terráqueo, mas, não o Divino Uni-Deus "Oni-Extremo"!

A maioria das denominações cristãs, bem como alguns segmentos religiosos não cristãos, defende a tese de que a validade de um segundo casamento é nula, enquanto um dos cônjuges estiver vivo, mas, nunca alguma delas ousou consultar a opinião de Deus para saber o que Ele pensa a respeito de um casamento falido cujos cônjuges vivem apenas amigavelmente, apenas de aparências!

Isto ocorre por falta de coerência com os ensinamentos bíblicos e prova disto é que até o próprio Jesus foi questionado a respeito desta problemática gerada pela falta de trazer um pouco de luz bíblica para um assunto nem tão obscuro como se define.  

▶Marcos  (cap. 10)10 Em casa os discípulos interrogaram-no de novo sobre isso.

11 Ao que lhes respondeu: Qualquer que repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra ela;

12 e se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério.   

Os versos 11 e 12 respondem a questão. Se um repudiar [rejeitar; separar-se; largar ao abandono e desamparar]; o outro; é a questão que causa a polemica se consideramos as definições entre os colchetes - [...], é exatamente isto, porque, com o divorcio, na menor das hipóteses, a separação é evidente; portanto o repudio é iminente [imediato]; e esta é a definição que se dá ao ato do divórcio.

É natural uma das partes acabar sentindo-se rejeitada (o), abandonada (o), desamparada (o), se a definição de repudio significar simplesmente: a não aceitação - daí a rejeição.

O que é comum no divórcio - é cada um apresentar um motivo de modo a transferir a responsabilidade do fracasso da relação conjugal para outro, independente da fé que confessa, a fim de eximir-se da consciência de culpa.

Raros são os casos em que há um consenso.

E porque isto acontece? Vamos analisar alguns conceitos cristãos, [que não é católico e outros]; para percebermos as disparidades nas opiniões, principalmente, de quem faz uma análise crítica, sem ser pelo viés da experiência vivida da separação conjugal [sem conhecimento de causa].

A principal delas no meio cristão: o homem [ambos os sexos] é que decidiu se separar do seu cônjuge por algum motivo não muito bem justificado. Incompatibilidade de gênero por exemplo.

Esta é a opinião que predomina, e qualquer que seja a razão, em defesa da acima citada, alega-se, que aquele que decidiu ou tomou para si a iniciativa de separar-se do outro, e lha fez em revelia perante Deus.

A segunda mais comum; é a de que foi o diabo se manifestou através de uma terceira pessoa, e entrou na vida do casal destruindo o casamento, além de outras razões banais.

Não podemos descartar estas hipóteses, lógico, mas, onde será que Deus estava enquanto isto estava ocorrendo?

Será que Ele foi conivente com o erro ou o pecado de um dos envolvidos, ou, omitiu-se em intervir?

Ninguém é capaz de afirmar isto explicitamente, mas, denota-se, ao expressar-se.

Porque isto ocorre com frequência, sem que haja uma introspecção espiritual?Suponhamos que o verso abaixo tivesse sido escrito de maneira diferente da versão original: 

De - *Mateus  (cap. 19) · 6 Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

Para -*Mateus (cap. 19) · 6 Assim já não são mais dois, mas uma só carne.  

Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem. O que quer dizer o texto riscado?

Se Ele unir um casal ninguém tem o poder de separar. Somente isto! Por quê? 

Se o texto bíblico ou se o veredicto de Deus fosse à segunda versão acima [▶Para -*] adaptada por mim para exemplificar; qual seria a compreensão humana, sobre o divórcio? Única. Todo casal que Deus não uniu Ele separou, caso encerrado; problema resolvido.

Não haveria tantos pseudo-especialistas no assunto divagando, nem haveria questionamentos a se argumentar, nem definições a se elaborar, era assunto fechado. O único exemplo de sabedoria e discernimento bíblico foi concebido por Paulo: [...] 

I  Corintios (cap. 7)·12 Mas aos outros digo eu, não o Senhor[...]

[...] mas, isto em hipótese alguma serve de exemplo a se seguir nas igrejas; porque o conhecimento do homem tende ignorar a ação suprema de Deus, e isto tem prevalecido.

Isto se dá uma vez que o portador da palavra entendeu haver uma possível fragilidade no texto quando ele recorreu à Bíblia, para tratar do problema referente a uma recente separação conjugal envolvendo um casal membro da sua igreja.

Neste caso não há profeta, ou alguém que seja portador de algum dom que possa servir de interlocutor entre o pastor e Deus, com vista a obter uma orientação sensata sobre como solucionar o caso, por conta da suposta insegurança que admite que o texto bíblico denote transmitir.

Esta falta de preparo bíblico induz a solidez dos hermeneutas [técnicos em interpretação de textos religiosos] ou dos apologéticos [defensores persistentes de alguma doutrina “religiosa”, teoria ou idéia], que a decisão tomada por eles, deve prevalecer sobre a Bíblia.

O que aconteceria com algum membro [exceto o líder] de alguma igreja, cujo, ousasse afirmar que Deus, Ele esteve na ação direta desde o principio ao fim, no processo do seu divórcio e concomitantemente; [coincidentemente - sincronicamente] - na escolha do seu novo cônjuge?

Este com certeza seria banido da denominação, com as agravantes de perjúrio, adultério, e etc.; sem o menor direito de defesa.

Decisões assim são tomadas, por causa da incapacidade de se crer que Deus pode tomar decisões como esta diretamente sem a intervenção do homem; então, a liderança da igreja resolver assumir o Seu lugar, investe-se do Seu poder, acusa, julga e sentencia através do beneficio da autoridade lhe foi outorgada para o oficio pastoral, e sacramentada por força de lei do estatuto e do regimento da denominação.

Não me importa as críticas, mas, eu defendo a causa de que, o homem sem Deus pode mudar sim a Lei de Dele e fará conforme: [...] 

▶ Apocalipse (cap. 22) · 18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro;

▶19 e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro. 

* [...] e já se fazem isto a muito, não preciso exemplificar, a tese que eu defendo aqui é a de que Deus permite sim o homem divorciar-se, e não intervém quando não foi Ele quem lhos uniu; e se o homem atrever-se a unir um casal contra a vontade Dele, que quase impossível exceto nos tempos bíblicos quando o homem oferecia um dote ao pai em troca ou compra da filha, Ele interfere sim se achar necessário, impedindo ou desfazendo aquela união contrária a sua vontade; constituindo uma nova a sua bel vontade; dai sim, esta união ninguém desfaz.

O homem costuma criar mitologias, quando não consegue compreender a intervenção de Deus nas ações humanas; e nesta polêmica questão do divórcio Ele tem agido, porém, silenciosamente, porque não há quem possa perscrutar os domínios e pensamentos Dele; embora haja quem pensa que pode fazer, por mera hipocrisia.

Não estou aqui para defender ou contrariar o direito de cada um se divorciar e casar outra vez, nem para julgar contra ou a favor de quem já lho fez ou daquele que fará; importo-me em frisar que se algum servo de Deus já agiu assim, não houve intervenção alguma Dele, mesmo ciente que fez por mera vaidade do ego; se esta foi à única causa da separação; e Deus não interviu para impedir nem lho exortou para não fazer, não há como lhe imputar alguma pena o censurar lhe o ato. Porque não há quem possa substabelecer se sobre a vontade e a lei Dele.

O homem pode tomar qualquer decisão na vida, inclusive a de desobedecer alguma ordem que Deus lhe ordenou para cumprir ou não, mas, se ele decidir agir ou tomar alguma atitude e Deus simplesmente não quiser, ele não consegue. Se Deus decidir que ele terá que fazer, fará. Vai acatar cumprir e fim, mesmo contra a vontade.  Isto ocorreu com Jonas, Deus deu lhe ordem, ele desobedeceu tomando uma decisão contrária, enfim, cumpriu!

Agora que a maioria das separações partiram apenas da iniciativa humana, isto é real, bem também a maioria delas prosperaram com sucesso e êxito nesta segunda experiência, mas, só isto não indica se Deus aprovou ou não ou se interferiu direto.

Se Ele não impedir, não há o que censurar. Assim como também existem casos de separações banais, por conta da vaidade ou interesse humano, isto também é fato; porém estas ocorrem mais entre pessoas que não conhece a Deus; porém, mesmo que a justificativa pessoal não corresponda com a causa principal, não significa que Deus foi impedido de intervir porque o Seu domínio é pleno seja no Céu como na terra.

Não há quem possa contrariar a sua vontade.

Portanto se algum líder decide legislar em causa própria a fim de defender os seus princípios, que lho faça, mas, não atribua a sua decisão a Bíblia ou transfira a sua responsabilidade a Deus pelo seu julgamento pessoal ou interpretação teológica.

Se Deus vê que uma pessoa tende a inferir no plano espiritual daquela que Ele tem obra especial para realizar, Ele simplesmente separa os dois, e une a quem Lho convier, porque em primeiro plano prevalece a sua vontade, querer e domínio, depois a satisfação e realização pessoal do homem.

Se o meu casamento que foi iniciado conforme rege o padrão cristão, obedecido todas as legalidades formais e doutrinarias, mas, depois de consumado observei que foi um fracasso desde a oficialização do ato; porém mesmo assim ele se prolongou por muitos anos, mas, por fim terminou num divórcio e eu casei-me pela segunda vez; este prosperou a quem debaixo do céu foi dado autoridade para julga lho, e decretar a sua ilegalidade ou legitimidade?

Será que Deus empenhado em alguma missão especial e na sua ausência enviou uma procuração assinada por Ele nomeando o pastor da igreja, ou alguma outra autoridade como o Seu representante oficial, outorgando lhe autoridade e competência para tal ofício?

O casamento bíblico constitui-se em duas pessoas fazer um corpo, e foi assim até para esta união o homem estabelecer uma legalização jurídica, e quando a lei do homem separa o casal, também lha faz sobre a égide [amparo] da Lei Divina porque é um autoridade constituída, isto é que deve ser observado, antes de se fazer, pré-julgamentos; do contrário é o mesmo que atirar pedra no telhado alheio, quando o seu é de vidro.

É por este motivo, que muitos casamentos entre cristãos são apenas status social, muitos são os convivem amigavelmente juntos, mas, já divididos em dois corpos estranhos, vivendo intramuros como família, porém clandestinamente separados; unidos apenas pela bênção formal a igreja e sob a proteção da lei, apenas por obedecer aos regulamentos internos e doutrinários, meramente infundados.

Deus não habita onde há qualquer separação, que não seja da vida desregrada pelo pecado antes do novo nascimento em Cristo.

Quando o diabo se atreve a intervir numa união, para desestabilizar uma família que Deus aprovou, Ele afugenta o inimigo; fortalece novamente as bases, restaura a harmonia, e o Nome Dele é Louvado.

Isto tem ocorrido, mas, não é percebido nem divulgado, porque a atenção e o interesse público somente é manifesto quando finda a união, Daí começa o fluxo de crítica destrutivas contra a separação; porque não interessa remediar para prevenir; visto que prevenção para evitar um divórcio pode solucionar uma crise conjugal, se houver uma educação visando discutir o assunto sob uma possível prevenção que possa ameaçar a estabilidade de um casamento, mas, não há.

E mesmo que houver, mas, se vier tardia, já não terá mais o efeito suficiente para evitar a separação do casal e a restauração da harmonia da família!

Quando o casal cristão ou uma das partes toma a decisão irrevogável de que a separação é a única alternativa, o divórcio é iminente e separa o casal, daí então tem que se admitir que o próprio Deus permitiu que esta fosse à melhor solução.

Se Ele não interferiu para evitar o fim é porque esta união não era do agrado Dele, e isto tem que ser respeitado porque Deus sempre está no controle de tudo.

O que passar disto é hipocrisia. Portanto se uma Igreja decidir excluir um casal de membros por conta de terem se divorciado, ou não aceitar outro casado pela segunda vez como membro da denominação; é importante frisar e admitir que isto não tem amparo bíblico algum, isto nada mais é do que uma questão de política interna da Igreja influenciada pela orientação pessoal constituída pela cultura social de senso comum do líder da igreja.

Se o primeiro casamento foi desligado na terra por força da lei, ele é no Céu, e foi lho com a permissão de Deus.

Se ele for ligado pela segunda vez, também foi conforme o Seu próprio desígnio. Deus não precisa da Advocacia de Ministros Religiosos para resolver questões de relacionamento conjugal.

Sintetizando, cabe ressaltar ainda que o cerceamento do direito de um casal recém formado após o constrangimento de ambos sofrido por ocasião do divórcio é uma prática litúrgica oriunda da teologia católica romana, que por sinal, já não tem mais o mesmo rigor de outrora e já está se tornando obsoleta.

As denominações cristãs também devem começar a rever os seus dogmas doutrinários sobre o assunto.

O casamento depois de um divórcio não compromete em tempo algum a salvação individual da alma do casal apenas pelas circunstâncias oriundas do divórcio seguido do novo casamento; mas, sim se por conta de uma vida desregrada espiritual e pecaminosa de cada um perante Deus.

Esta reflexão é uma advertência para os famigerados juízes autônomos de plantão da vida alheia, que ao invés de querer julgar a complicada questão do divórcio da alheia de um casal, como que se a sua verdade fosse absoluta, ao invés disto, procure aproveitar o seu tempo empreendido para isto e invista na sua vida pessoal, procurando fazer um profundo retrospecto sobre este delicado tema, reavaliando os seus conceitos, que não serve os outros!   

 

21-09-2011

 

   Revisão Junho 2016

                Janeiro 2017

               

Em Cristo.

Shalon.

Por Cornelio A.Dias  

 

"Feito perfeito, é imperfeito; como criação, o meu eu; natureza humana! C. A. Dias.

 

 

              

 

 

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Aqueles que Deus une o divórcio não separa 
do: Teologo Cornelio A.Dias está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial - Sem Derivações 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em http://oportaldateologia.org/aqueles-que-deus-une-o-divorcio-nao-separa Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em mail oportal@oportaldateologia.org

 

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

Ampliar a Espiritualidade;

Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

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