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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

O PORTAL DA TEOLOGIA

A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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Virtude: A Excelência Em Prol Da Felicidade
Virtude: A Excelência Em Prol Da Felicidade

 

 A cada momento que utilizamos o melhor de nós, em justa medida, ficamos mais próximos do ápice do bem-estar

Rita Foelker • Ilustrações: Igor Ribeiro 

      A virtude é um dos temas da Ética a Nicômaco - principal tra­tado de ética escrito por Aristóteles (384-322 a.C.) e supostamente di­rigido a seu filho -, de onde foram extraídos os fragmentos abaixo.

      A palavra "virtude", em um sentido ético, pode ser entendida como uma qualidade moral ou in­telectual positiva do ser humano, que o leva a agir visando ao bem. Tal virtude em Aristóteles (areie) costuma ser traduzida como exce­lência moral e assim ele a define:

      "A excelência moral, então, é uma disposição da alma relacio­nada com a escolha de ações e emoções, disposição esta consis­tente num meio-termo (relativo a nós) determinado pela razão (a razão graças à qual um homem dotado de discernimento/prudên­cia o determinaria). Trata-se de um estado intermediário, porque nas várias formas de deficiência moral há falta ou excesso do que é conveniente tanto nas emoções quanto nas ações, enquanto a ex­celência moral encontra e prefere o meio-termo (mesotés). Logo, a respeito do que ela é, ou seja, a definição que expressa a sua es­sência, a excelência moral é um meio-termo, mas com referência ao que é melhor e conforme ao bem ela é um extremo".

Duas formas de virtude estão presentes na Ética a Nicômaco:

      A virtude intelectual (dianóià) é representada principal­mente pela sabedoria e pela pru­dência (phrónesis), adquiridas pela instrução e que trazem cal­ma e tranquilidade ao homem. A virtude moral é uma disposição de espírito ou hábito de escolher em todas as situações a justa me­dida que convém à nossa nature­za. As pessoas que têm essa vir­tude desenvolvem a moderação e o bom-senso (sophrosyne).

      A felicidade é o fim último da virtude, não como objetivo do indivíduo, mas da polis, razão pela qual se pode dizer que, para Aristóteles, a ética está subordi­nada à política. Segundo David Ross, "a virtude do Estado está conforme a virtude de seus ci­dadãos". Não se trata, portanto, de um objetivo religioso nem di­vino, relacionado à vontade dos deuses, mas de construir uma vida social feliz e harmoniosa.

A plenitude do ser humano

      De acordo com Márcio Pai­xão, a busca da ética é a busca do fim do próprio homem. E este fim (télos), segundo o mesmo autor, não se refere apenas a uma "fina­lidade" - como se costuma tradu­zir em português -, mas também a uma espécie de "plenitude", o que reforça a ideia de que a ex­celência moral e a conduta ética constituem a realização do gran­de e verdadeiro propósito de nos­sas vidas, nosso ponto máximo, nossa plenitude enquanto seres.

      O tratamento que Aristóteles confere ao tema da virtude moral nos permite perceber duas ideias em destaque:

1) as virtudes se transmitem pelo exemplo e

2) as virtudes são disposições de espíri­to que se concretizam em ações.

      Diferentemente de Platão (428/427-347 a.C.), que conside­ra a virtude como inata, ou seja, como uma qualidade que o indi­víduo já traz consigo ao nascer, Aristóteles entende que ela so­mente pode ser adquirida como um hábito (ethos):

      "(...) quanto à excelência mo­ral, ela é o produto do hábito, ra­zão pela qual seu nome é deri­vado, com uma ligeira variação, da palavra 'hábito'. É evidente, portanto, que nenhuma das várias formas de excelência moral se constitui em nós por natureza, pois nada que existe por nature­za pode ser alterado por hábito".

      O saber da virtude não é um saber discursivo, conceituai. É um saber prático:

      "As coisas que temos de aprender antes de fazer, aprende­mo-las fazendo-as - por exemplo, os homens se tornam construto­res construindo, e se tornam ci-taristas tocando cítara; da mesma forma, tornamo-nos justos pra­ticando atos justos, moderados agindo moderadamente, e corajo­sos agindo corajosamente" .

      Disso se pode deduzir que tal peculiaridade da virtude moral, certamente, reflete-se no modo de "ensiná-la", que não consis­te em falar ou escrever sobre a excelência moral, mas em agir eticamente e, assim, influenciar o educando. A convivência com um agente virtuoso constitui o melhor meio de aprendizado.

      Considerando-se que, para Aristóteles, a virtude não é um bem do sujeito, ninguém nasce bom ou ruim. A virtude se rela­ciona diretamente a uma práxis, e aquele que deixa de praticá-la também deixa de ser virtuoso.

Falar vs. agir

      Uma certa confusão de con­ceitos, bastante comum em so­ciedades atuais, conduz a pensar que uma pessoa que prega certas normas de comportamento e faz um discurso sobre a falha de ca-ráter do outro é uma pessoa que "tem moral" e é virtuosa, no sen­tido de que conhece a virtude pa­ra poder falar sobre ela.

      Não que tal pessoa não tenha moral. Mas, se ela realmente tem, como todos os seres racionais e conscientes de seus atos, isso não se dá porque é capaz de falar da ação do outro, e sim porque res­ponde a si mesma. Porque a con­dição de "Ser moral" é inseparável de nós, e nossos mínimos atos são atos morais, visto que nunca deixa­mos de estar sujeitos ao julgamento de nossa própria consciência quan­do fazemos uso de nossa liberdade de pensamento e de ação.

      O fato de apregoarmos re­gras, de emitirmos julgamentos, elogios e condenações dos atos alheios, não reflete propriamente nossa moral, a qual se exterio­riza em atos e não em palavras. Contudo, reflete nosso imagem filosofia

Aristóteles caminha entre seus alunos

concei­to de moralidade e imoralidade, que, quando se volta para o ou­tro, deixa algumas vezes de ser moral para ser moralista.

      Agora, olhar para nós mes­mos não significa que sejamos cegos para o que ocorre à nossa volta, ou ingénuos perante o que acontece no mundo. Há um espa­ço onde se pode enxergar a rea­lidade sem exercer o moralismo, que tantas vezes se subverte nu­ma falsa moral ou hipocrisia.

Educação para a virtude

      Creio ser possível afirmar que uma das causas desse moralismo e hipocrisia é precisamente uma educação que visa moldar compor­tamentos em vez de atuar median­te o exemplo e convidar à reflexão, como queria Aristóteles. Trata-se de uma forma de educação equi­vocada em seus meios e fins e que lida mais com o exterior que com o interior. Tal educação não faz olhar para si mesmo, só para o que se demonstra socialmente, e leva a apreciar o comportamento do outro como quem tivesse o direito de arbitrar qual poderia ser ou teria sido a melhor conduta para ele em dada situação.

      Uma educação verdadeira­mente moral, interessada no de­senvolvimento da virtude moral, nos conduziria a observar a nós mesmos, a compreender nossos atos e as motivações de nossos comportamentos, em vez de nos ensinar a definir bom e mau, cer­to e errado, para o outro. Ela nos colocaria no caminho da verda­deira moral e do desenvolvimento da virtude, ensinando a pensar, deliberar e escolher sabiamente.

      Contudo, não basta educar mo­ralmente. A plenitude do ser exige sua educação intelectual, a qual torna possível atingir a prudência (pkrónesis), que consiste na inte­ligência de escolher os meios para alcançar os fins para viver bem de de modo geral:

      "Com referência ao discerni­mento/prudência, chegaremos à sua definição se considerarmos quais são as pessoas dotadas dessa forma de excelência. Pensa-se que é característico de uma pessoa de discernimento ser capaz de deli­berar bem acerca do que é bom e conveniente para si mesma, não em relação a um aspecto particu­lar - por exemplo, quando se quer saber quais espécies de coisas que concorrem para a saúde e para o vigor físico -, e sim acerca das espécies de coisas que nos levam a viver bem de modo geral".

      Esse "viver bem", porém, está vinculado à justa medida ou meio-termo (mesotés), um objetivo que se coloca equidis­tante tanto do excesso como da falta e que pode ser atingido pe­la aplicação de uma qualidade racional. A prudência para Aris-tóteles se manifesta na esco­lha, mas não na escolha de fins e sim de meios para se atingir fins, independentemente dos fins visados. Nesse sentido, tan­to é prudente aquele que res­peita as regras de trânsito para não provocar acidentes quan­to o que toma todas as precau­ções para não deixar pistas de seus crimes. Disso se segue que podemos encontrar a prudên­cia associada aos mais diversos vícios e virtudes, sem que ela mesma deixe de ser aquilo que é, servindo aos mais diferentes propósitos e impossível de ser considerada moralmente boa ou ruim em si mesma.

 
 
imagem filosofia 

Alegoria

da Virtude,

Correggio,

1532-1534

      Portanto, uma educação digna do cidadão grego deve contemplar tanto aspectos intelectuais quanto morais. E assim podemos pensar também ao refletir sobre a educa­ção na contemporaneidade.

Agir com consciência

      Virtude é movimento e práxis. Citando Paulo Paixão: "O 'fim', no domínio ético, é um bem, a saber, o bem do homem, e é al­cançado por uma práxis". No en­tanto, não basta agir, é preciso saber o porquê se age. Por isso, as ações humanas só podem ser consideradas expressões de vir­tude se partirem de uma atitude reflexiva, à qual o educando pre­cisa também se habituar. Afinal, pode-se realizar um grande bem por acaso, por acidente, por os­tentação, por interesse, mas isso não denota virtude. Esta nasce de um conjunto de condições ínti­mas - vontade, memória, hábito - e no contato direto com a expe­riência, tornando-se enfim palpá­vel no momento da escolha.

Reflexões finais

      Experiências são como tra­vessias. (Bem, ao menos as mais relevantes.) Mas, ao final de ca­da experiência em que realmente mergulhamos e que se tornou sig­nificativa, precisamos cruzar um portal. Virtude surge de um fazer, e é impossível desfazer o feito, desaprender o aprendido. Depois que mudamos, não temos mais como voltar atrás. Não há lugar para nós no jeito antigo, nem nos sentimos satisfeitos com ele. Só dá para seguirmos adiante.

      Assim é a conquista da virtu­de: muito mais que um saber ad­quirido é uma nova forma de ser.

      Podemos passar um tem­po em suspenso, entre o portal atrás de nós e o convite à frente, mas não podemos permanecer aí para sempre.

      O terreno já mapeado pode nos atrair por ser conhecido, mas, se tentarmos passar muito tempo onde estamos ou se retornarmos ao estado anterior, provocamos insatisfação e inquietude. Algo em nós sabe que existe um lugar melhor à frente e que nos chama, e é aí que Aristóteles vislumbra a felicidade (eudaimoniá).

      Quando experimentamos e refletimos, pensando e sentindo as consequências, estamos mu­dando de dentro para fora e nos tornando mais felizes.

      A cada momento que agi­mos com o melhor de nós, atua-lizamos nossa excelência. E a percepção de que atingimos a justa medida talvez pertença não ao domínio do pensamento e da compreensão racional, mas ao domínio da sensação íntima de ter atuado conforme o máxi­mo desenvolvimento presente de nossas qualidades morais.

      Talvez permanecer no pon­to mais alto por tempo indefi­nido ainda seja uma tarefa sobre-humana para os comuns como nós. Somos criaturas de "altos e baixos". Citando André Comte-Sponvílle:

      "Toda virtude é um ápice, en­tre dois vícios, um cume entre dois abismos: assim a coragem, entre covardia e temeridade; a dignidade, entre complacência e egoísmo; ou a doçura, entre có­lera e apatia... Mas quem pode viver sempre no ápice? Pensar as virtudes é medir a distância que nos separa delas".

      Porém aplicar a virtude na justa medida pode proporcionar o ápice do bem-estar que um ser é capaz de experimentar, uma verdadei­ra sensação de plenitude em meio aos nossos frequentes desacertos. Uma possível felicidade?...»

  imagem filosofia

  Esta Matéria foi publica na Revista: Discutindo Filosofia Ano 2 Nº 11 pp 23-27 Escala Educacional - www.escalaeducacional.com.br

 

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

Ampliar a Espiritualidade;

Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

Relacionar-se melhor com DEUS. 

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

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