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 Ychzek'el [Ezequiel] 9.3-4

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A marca de Cristo. 

3. Então a Glória do Deus de Yisra'el começou a se levantar sobre o keruv, desde onde ele estava até a entrada da casa. Ele chamou o homem vestido com roupas de linho, o qual tinha equipamento de escribas em sua cintura

4. Adonai lhe disse: "Vá por toda a cidade, através de toda a Yerushalayim, e ponha uma marca em sua testa como a de um homem [Cristo] que está suspirando e chorando por todas as práticas odiosas que estão sendo cometidas ali".  

 Atenção: O Arrebatamento da Irmã Vilma - Assista aqui em [Vídeos e Nova Era] Cuidado com a sua Alma! 

 

Graça e Paz em Cristo → A todos os Leitores → Sejam bem vindos → No nome de Jesus!  Comentem os artigos → Iniciem discussões sobre os temas → O Moderador. 06.04.2014 

 
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A política externa do Brasil: mais altiva
A política externa do Brasil: mais altiva

 

 

 

 

A política externa do Brasil: mais altiva e menos activa

 

A política externa é o último dos problemas que os brasileiros querem ver debatidos na campanha eleitoral. E, no entanto, o Brasil é demasiado grande para que as suas ambições mundiais não sejam sujeitas ao escrutínio internacional. Balanço rápido: apesar de tudo prevalece a “continuidade”. Se há diferenças com Dilma, elas são mais por omissão do que por mudança.

                
                                                                 
Dilma é critica pela sua falta de interesse pelas questões internacionais Ueslei Marcelino/Reuters

 

 

             

Olhando à distância das academias, o balanço da política externa do Brasil ainda pende para o lado da “continuidade”. As diferenças devem-se mais às circunstâncias internacionais, que mudaram radicalmente, do que a uma “revolução” na forma como o Brasil se relaciona com o mundo.

                        Com Fernando Henrique Cardoso no final do século passado, o Brasil conseguiu criar as bases de uma grande economia emergente e afirmou-se como um parceiro responsável do Ocidente na cena internacional. FHC considerava que o desenvolvimento económico do Brasil passava por uma boa relação com as democracias desenvolvidas. Não deixou por isso de marcar a tradição de “autonomia” do Itamaraty. Depois do 11 de Setembro, foi o primeiro líder mundial a criticar a “guerra ao terror” de George W. Bush, não por falta de solidariedade mas porque entendeu que era uma estratégia destinada ao fracasso. Negociou duramente com Clinton os termos da ALCA (Área de Comércio Livre das Américas). Tornou o Brasil respeitável na cena internacional.

Lula da Silva recebeu, em 2003, um país preparado para retomar o crescimento económico num mundo em plena transformação geopolítica. Quis fazer do Brasil um actor internacional de primeira grandeza, o que lhe foi relativamente fácil porque era um “ícone” mundial a quem toda a gente se rendia. Rodou a bússola da política externa da parceria com os países desenvolvidos para uma lógica de cooperação Sul-Sul com o objectivo de afirmar o mundo emergente perante uma ordem internacional dominada pelo Ocidente, que considerava injusta. Deu-se bem com George W. Bush e, curiosamente, menos bem com Obama. Foi a coqueluche do Ocidente mas agradeceu-lhe com algumas iniciativas que desafiaram abertamente a sua hegemonia. Acreditou que o Brasil era já capaz de intermediar conflitos que Washington não conseguia resolver. Enganou-se. Como escreveu Moisés Naim, antigo director da Foreign Affairs, “fartou-se de quebrar corações”. Quis liderar a América do Sul com demasiada condescendência para a Venezuela de Chávez e o novo populismo “bolivariano” e antiamericano. FHC tinha criado o Mercosul, à imagem do modelo de integração europeia, assente em princípios democráticos que Lula ignorou. Lançou as bases do IBAS (aliança entre as grandes democracias emergentes, Brasil, Índia e África do Sul) para criar uma frente unida contra europeus e norte-americanos nas negociações de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), hoje quase mortas e enterradas. Lançou as bases dos BRIC (BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China com a África do Sul) com o objectivo político de forçar o Ocidente a “democratizar” as instituições multilaterais criadas no pós-guerra e abrir espaço aos novos colossos económicos que a globalização permitiu, mas sempre sem pôr em causa abertamente a ordem criada pelas potências “estabelecidas” (outro traço “contínuo” da politica externa brasileira). Ganhou a Copa e os Jogos Olímpicos. Os académicos e analistas brasileiros dizem que exagerou, quando se juntou à Turquia numa iniciativa para negociar o programa nuclear iraniano com o então Presidente iraniano Ahmadinejad. Deu-se ao luxo de festejar com champagne a nova “entente” “e de desprezar publicamente as grandes manifestações de Teerão contra o “roubo” das eleições presidenciais, brutalmente reprimidas pelo regime dos Aytollah. Foi um fracasso que só serviu para irritar a América e que terá custado ao Brasil um pouco menos de boa vontade para apoiar a sua pretensão a um lugar permanente no Conselho de Segurança. A crise financeira que atingiu duramente as economias ricas do Ocidente fê-lo acreditar que o “declínio” ocidental seria mais rápido do que se veio a verificar. Anunciou que o Brasil seria a potência do século XXI. Os analistas consideraram que tinha ido longe de mais. Mas quando abandonou o Planalto, o Brasil mantinha a imagem da mais simpática das potências emergente.

Lula deixou a Dilma um Brasil prestigiado e uma economia a crescer 7,5 por cento ao ano, depois de ter ultrapassado facilmente o choque da crise financeira de 2008. O que fez a Presidente do seu legado? É aqui que os analistas encontram uma “descontinuidade”. Não tanto nos objectivos mas nas omissões.

A interrogação de partida é simples: Com Dilma o Brasil perdeu força na política internacional? A resposta mais repetida é a falta de interesse dela pelas questões internacionais que ultrapassem os interesses de curto prazo, sempre relacionados com a economia. Depois de dois líderes, FHC (um dos mais prestigiados sociólogos do século XX) e Lula (o operário que chegou ao Planalto), que desenvolveram uma intensa diplomacia presidencial, Dilma teria necessariamente uma imagem mais pálida. Mas isso não justifica tudo. Os críticos dizem que deixou um lugar vazio em múltiplos fóruns internacionais onde se define a nova arquitectura do poder mundial. Que “secou” o Itamaraty, cuja “pompa e protocolo” detesta, mas que ainda é um corpo de Estado com imensa experiência e prestígio. “Convidou Luíz Alberto Figueiredo   para substituir António Patriota pelo telefone a só reuniu com ele quatro meses depois”, diz Miriam Saraiva investigadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Admitem que a situação económica do país obriga-a a focar toda a sua atenção nos problemas internos. Sabemos quais são. A economia entrou em recessão técnica. As taxas de juro mantêm-se altas porque a inflação já está acima da meta fixada. A contestação à falta de serviços públicos de qualidade, quando os brasileiros pagam impostos “europeus”, mostrou-lhe que não basta erradicar a pobreza e criar uma nova classe média para que toda a gente fique feliz. Porque essa felicidade implica enormes expectativas que uma economia estagnada tem mais dificuldade em garantir.

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/a-politica-externa-do-brasil-mais-altiva-e-menos-activa-1671677

 

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Editoriais

As taças da ira de Deus  estão prestes a se derramarem sobre a terra! 

Quero fazer um breve relato sobre esta chamada em "Flash”, visto que não vejo a necessidade de escrever um artigo específico sobre o título, bem como também não vou citar referências bíblicas que corrobore com este assunto.

 

Os elementos ardendo  

em breve se fundirão!

Cuidado!

Um corpo terrestre, 

se chocará contra a terra e 

causará repentina destruição. 

 

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A falsa doutrina do pré-tribulacionismo  

Qual biblicamente é a mais viável para você? A Meso-tribulação [Arrebatamento no meio da tribulação] ou a Pós-tribulação? [Arrebatamento depois da tribulação] Em qual delas acontecerá o Arrebatamento da Igreja! Será antes da tribulação? Reflita! Leia Mais  imagem

 

 

  Reflexão do O Portal

         2013

O oitavo Rei foi eleito.

A besta que era e já não é, é também o  oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição Apocalipse cap. 17 - 11.

E o sangue de muitos inocentes ainda haverá de ser derramado.              

Guerreiros feridos são condecorados com Láureas de sangue.

Os soldados do Exército do Rei dos Reis, porém herdarão uma coroa de ouro, e a vida eterna.

A Nova Ordem Mundial está chegando e virá para cumprir o seu dever a rigor.

Quem quiser se livrar dela terá que aceitar a sua marca. 6 6 6 em troca da sua alma.

Revelação 13. 1 – Vi uma besta que saia do mar, [...] 2 [...] O dragão lhe deu seu poder, seu trono e grande autoridade.

4. Eles adorarão o dragão, porque dera a sua autoridade à besta [...] 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra o povo santo de Deus e derrotá-los.

10. “Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá! Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser!”

Yeshua.

 O ultimo, o Rei dos reis é o próximo, e está vindo, espere por Ele mesmo que  isto lhe custar a própria vida.

"Permaneça fiel até a morte, e Eu lhe darei a Vida como Coroa. Revelação 2.10.

Yeshua".

 

Leia o Artigo: O sétimo milênio e o fim da humanidade.

Oriente-se.

 

Por: Cornelio A.Dias

Março de 2013.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ler um   é:

Armazenar Informações;

Desenvolver a Intelectualidade;

Ampliar os Horizontes;

Compreender o Mundo;

Comunicar-se com o Próximo;

Escrever Corretamente;

Relacionar-se melhor com o Outro!

 Ler uma  é:

Armazenar Ensinamentos;

Desenvolver o Conhecimento;

Ampliar a Espiritualidade;

Compreender a DOUTRINA;

Comunicar-se com JESUS

Escrever a VERDADE;

Relacionar-se melhor com DEUS. 

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Ore conosco ao som de belos louvores;

Chore aos pés feridos do Pai!

A tristeza logo passa, não demora.

Ele vos envolve e vos consola, 

Em seus braços, faz-vos descansar.

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e deixa Deus falar ao seu coração!

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